Com a chegada das festas de fim de ano de 2025, os trabalhadores brasileiros já aguardam um reforço no orçamento: o 13º salário. As empresas têm até o dia 30 de novembro para pagar a primeira parcela do benefício aos empregados com carteira assinada. Instituído pela Lei nº 4.090, de 13 de julho de 1962, o 13º garante um salário extra no encerramento do ano e se tornou um dos principais direitos trabalhistas do país.
Conforme a legislação, tem direito ao benefício o trabalhador que executou as atividades por 15 dias ou mais durante o ano – e que não foi demitido por justa causa.
Como o 13° é calculado?
O valor da gratificação de natal é proporcional ao período trabalhado. Ou seja, se o colaborador trabalhou 12 meses, o valor do 13° deve corresponder ao total de seu salário mensal. Já no cenário em que a pessoa trabalhou apenas 6 meses no ano, o bônus natalino corresponderá a 50% da sua remuneração.
Confira como fazer o cáculo da primeira parcela:
Dividir o valor do salário bruto mensal por 12;
Multiplicar o resultado pelo número de meses trabalhados;
Dividir o resultado por 2 para obter o valor da primeira parcela do 13º.
O benefício é pago em duas parcelas anualmente. A primeira deve ser paga até o dia 30 de novembro de cada ano, considerando o valor bruto da remuneração mensal. Já a segunda parcela pode ser paga até o dia 20 de dezembro. O empregador também pode realizar o pagamento integral – respeitando a primeira data.
O valor da segunda parcela é diferente da primeira, considerando que são inclusos no cálculo dela os descontos do trabalhador sob as normas da CLT.
O trabalhador tem assegurado que a cada mês trabalhado tenha o direito de receber o valor extra correspondente a 1/12 (um doze avos) do seu salário no ano correspondente.
Para calcular a segunda parcela do 13°, o salário bruto é dividido por 12 e multiplicado pelo número de meses trabalhados. Do montante são subtraídos o Imposto de Renda e a contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) – conforme como já ocorre com o salário, mês a mês.
Outubro é o mês dedicado à conscientização sobre o HPV (Papilomavírus Humano), vírus sexualmente transmissível relacionado a diversos tipos de câncer, especialmente o de colo do útero, e que ainda enfrenta desinformação e resistência em parte da população. A campanha reforça a importância da vacinação, do diagnóstico precoce e da realização de exames preventivos regulares, como o Papanicolau, fundamentais para reduzir a incidência da doença.
De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil vem ampliando a cobertura vacinal contra o HPV após períodos de baixa adesão. Em 2024, a cobertura entre meninas de 9 a 14 anos ultrapassou 82%, enquanto entre meninos chegou a 67%. Em Pernambuco, a cobertura atualmente é de 72% entre meninas e 59% entre meninos, com meta de atingir 90% até 2026.
Para reforçar a campanha, o Ministério da Saúde enviou doses adicionais a Pernambuco e o Estado ampliou a vacinação. Até dezembro de 2025, além de crianças e adolescentes de 9 a 14 anos, jovens de 15 a 19 anos podem receber a dose única em qualquer Unidade de Saúde da Família (USF). Imunossuprimidos e vítimas de violência sexual seguem com o esquema de até três doses.
A ginecologista da Clínica SiM, Bianca Alcântara Varchavsky, ressalta que a prevenção é a forma mais eficaz de combater o HPV. “O diagnóstico precoce e a vacinação são as duas principais ferramentas contra o vírus. Quando aplicada antes da exposição, a vacina protege quase totalmente contra os tipos mais relacionados ao câncer. Além disso, o exame Papanicolau é fundamental para identificar alterações nas células do colo do útero antes que se tornem graves. É essencial que os pais garantam a imunização dos filhos e que as mulheres mantenham os exames preventivos em dia”, destaca a médica.
A vacina contra o HPV é segura, gratuita e está disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Estudos comprovam a segurança e a eficácia do imunizante, utilizado há mais de uma década em diversos países com resultados expressivos na redução de casos de câncer de colo de útero e de verrugas genitais.
Apesar disso, mitos e tabus ainda afastam parte das famílias. “Entre os equívocos mais comuns está o de que a vacina estimula o início precoce da vida sexual, ou de que o imunizante causa reações graves, quando, na realidade, os efeitos adversos são leves e temporários. Outro mito frequente é pensar que apenas meninas devem ser vacinadas, quando os meninos também estão expostos ao vírus e podem desenvolver câncer de pênis, ânus e orofaringe, além de transmitir a infecção”, explica a ginecologista.
Prevenção contínua
Além da vacinação, o uso do preservativo segue sendo uma medida importante de proteção, embora não ofereça cobertura total contra o HPV, pois o vírus pode atingir áreas não protegidas. Já o exame Papanicolau, indicado a partir dos 25 anos ou conforme recomendação médica, é essencial para detectar alterações nas células do colo do útero e permitir o tratamento precoce.
Sobre a Clínica SiM
A Clínica SiM, integrante do Grupo SiMco, é uma rede de clínicas de saúde acessíveis com presença nos estados da Bahia, Ceará, Pernambuco e Maranhão. Com mais de 300 mil beneficiários ativos, a empresa se destaca pelo compromisso com a democratização da saúde, combinando expansão estratégica, inovação e inclusão para ampliar o acesso a serviços médicos de qualidade.
Serviço
Para mais informações sobre a Clínica SiM e seus serviços, acesse o site www.clinicasim.com.br ou entre em contato pelo telefone 0800 357 6060.
O horário de verão está suspenso desde 2019 e, de acordo com o governo federal, não será retomado em 2025. Segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), as atuais condições dos reservatórios são consideradas favoráveis, o que elimina a necessidade de adiantar os relógios em uma hora para economizar energia com o aproveitamento da luz natural.
Apesar disso, a pasta ressaltou, por meio de nota, que continua avaliando periodicamente a adoção do horário de verão, com o objetivo de garantir a segurança e a confiabilidade do suprimento eletroenergético no país.
As informações foram apresentadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), durante reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), em setembro.
Por que o horário de verão foi suspenso?
Em 2019, o governo entendeu que o horário de verão deixou de produzir os benefícios esperados, sobretudo, em função da mudança nos hábitos de consumo por parte da população, além da intensificação do uso de equipamentos de refrigeração durante o período da tarde.
Diante disso, “a máxima de energia havia deixado de ocorrer no período noturno, passando a se concentrar por volta das 15h, o que comprometia a efetividade da política.”
O retorno do horário de verão foi comentado pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, em algumas ocasiões ao longo deste ano. Em uma delas, o chefe da pasta afirmava “torcer” para que não houvesse necessidade de voltar a adotar o adiantamento dos relógios, mas que a medida não estava descartada.
Para Silveira, a adoção só seria retomada em meio à necessidade urgente, como em casos de escassez de energia em períodos de seca. Porém, atualmente, o governo avalia que não há esse risco.
A conta de luz gratuita para famílias de baixa renda que consomem até 80 quilowatts-hora (kWh) se converteu em lei definitiva nesta quarta-feira (8), após sanção presidencial da Medida Provisória 1.300/25, que instituiu o programa Luz do Povo. O evento no Palácio do Planalto contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A gratuidade deve beneficiar 4,5 milhões de famílias inscritas no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) com renda familiar mensal por pessoa menor ou igual a meio salário mínimo. Pelo texto, também recebem a tarifa social as famílias que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de indígenas e quilombolas de baixa renda. Ao todo, serão 60 milhões de pessoas atendidas diretamente pela gratuidade.
“A proteção social é necessária até que o Brasil consiga aumentar a base de arrecadação com justiça tarifária, aumentando a renda de todos para chegarmos ao país no qual todos sonhamos”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
A nova tarifa social da energia já estava valendo desde julho, uma vez que MP tem efeito imediato, mas precisava de aprovação do Parlamento para se tornar lei. A partir de janeiro de 2026, para famílias que registrarem consumo de até 120 kWh, os descontos devem chegar a 12% na conta de luz, alcançando cerca de 55 milhões de beneficiários.
Pelo texto, agora convertido na Lei 15.235/2025, a isenção será bancada pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo financiado pelo conjunto dos consumidores para sustentar políticas públicas no setor de energia.
Por outro lado, poderá ser cobrado das famílias outros custos não associados à energia consumida, como a contribuição de iluminação pública e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), de acordo com a lei de cada estado ou município.
Entre os itens que ficaram de fora do texto da MP original, por decisão do Parlamento, estão as tarifas diferenciadas por horário e mudança em critérios de preços nas operações de energia de curto prazo.
Motorista tentou fugir da abordagem, mas foi alcançado pelos policiais
Uma carga de 781 Kg de maconha foi apreendida, nesta terça-feira (7), na BR 235, em Juazeiro, na Bahia. A droga era transportada em um caminhão baú abordado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Companhia de Caatinga da Polícia Militar da Bahia (CIPE Caatinga).
Policiais realizavam uma fiscalização na BR 235, quando deram ordem de parada ao motorista de caminhão, que desobedeceu e tentou fugir da abordagem, mas foi alcançado. Ao abrir o baú do veículo, foram encontradas dezenas de fardos de maconha.
O motorista disse que havia sido contratado para entregar a droga na Bahia. Ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Federal em Juazeiro e poderá responder por tráfico de drogas, que prevê pena de 5 a 15 anos de reclusão.
Um pesquisa apontou que apenas 36% dos homicídios ocorridos no país em 2023 foram esclarecidos até o final de 2024. O estudo nomeado “Onde Mora a Impunidade”, foi divulgado pelo Instituto Sou da Paz nesta segunda-feira (6).
Com base nos dados solicitados aos Ministérios Públicos e aos Tribunais de Justiça de todos os estados do Brasil, o instituto aponta que, desde 2015, a porcentagem de esclarecimentos dos caso se manteve ao redor de 35%, com pico em 2018, que alcançou 44%.
“A série histórica do indicador expressa a baixa prioridade que as instituições de Estado dão ao esclarecimento de homicídios. É urgente que o Ministério da Justiça e Segurança Pública crie um indicador oficial e utilize essa métrica para identificar boas práticas, locais com maiores dificuldades e para induzir políticas públicas nas esferas federal e estadual, focadas na melhoria da investigação policial”, diz Carolina Ricardo, diretora-executiva do Instituto Sou da Paz.
A pesquisa ainda aborda como a baixa eficiência em dar respostas se no sistema carcerário brasileiro. Segundo o Sistema Nacional de Informações Penais, apenas 13% dos 670.792 detentos estão presos por homicídios.
Ainda de acordo com os dados levantados, a grande maioria das prisões ocorrem por crimes contra o patrimônio e crimes relacionados a drogas, normalmente mais propensos às prisões em flagrante.
Governo do Brasil lançou, nesta quarta-feira, 1º de outubro, uma Campanha Nacional de Multivacinação voltada para o público de até 15 anos de idade. Mais de 6,8 milhões de doses foram distribuídas para a ação que será realizada entre os dias 6 e 31 de outubro. O Dia D de mobilização está marcado para o dia 18/10 — será um sábado em que os postos de saúde ficarão abertos para proteger todas as famílias.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que todos os dias são dias de vacinação nas Unidades Básicas de Saúde, mas o 18 de outubro será “uma oportunidade estratégica para mobilizarmos, juntamente com estados e municípios, as localidades com maior concentração de crianças, garantindo que todas sejam protegidas durante o Dia D”.
R$ 150 MILHÕES — A vacinação seguirá a estratégia de microplanejamento, que permite organizar ações de acordo com a realidade de cada território, identificando áreas de risco, locais com baixa adesão e espaços estratégicos para a vacinação. O Ministério da Saúde repassou R$ 150 milhões em apoio às gestões locais.
A campanha ocorre em um momento de atenção redobrada para a saúde pública. Embora o Brasil tenha eliminado doenças como poliomielite e sarampo, é fundamental manter altas coberturas vacinais para evitar que esses vírus voltem a circular.
SUS DIGITAL — Além da divulgação das peças da campanha e mobilização nos estados e municípios, o Ministério da Saúde fará chamamento pelo Meu SUS Digital. Serão enviados alertas a todos os usuários do aplicativo, com expectativa de chegar a 40 milhões de pessoas. A ferramenta está disponível nas versões Web e em aplicativos iOS e Android. Para acessar o Meu SUS Digital, é necessário instalar o aplicativo no dispositivo móvel ou acessar pelo site. O login é realizado por meio da conta pessoal do Gov.br.
CADERNETA — A Caderneta Digital de Saúde da Criança está disponível pelo aplicativo. Pelo Meu SUS Digital, pais e responsáveis podem acompanhar a situação vacinal de crianças e adolescentes, com a previsão de próximas doses, receber e alertas e lembretes, além de atualizar informações em tempo real pela Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS). Desde o lançamento, em abril deste ano, já foram registrados 1,8 milhão de acessos.
VACINAS — Durante a campanha, todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação 2025 estarão disponíveis, incluindo imunizantes contra poliomielite e covid-19, contemplando os esquemas vacinais de crianças e adolescentes. Entre as prioridades, estão o resgate de não vacinados contra HPV, febre amarela e sarampo.
SARAMPO — A campanha vai reforçar a vacinação contra o sarampo, diante da escalada de casos na América do Norte, que concentra 99% dos casos no continente, que somam 7 mil. Toda a população de 12 meses a 59 anos poderá se vacinar contra a doença no país, reforçando a proteção e prevenindo a reintrodução da doença no Brasil.
As ações adotadas pelo Ministério da Saúde, em parceria com os estados e municípios, têm mantido o Brasil livre da circulação do sarampo. Entre as preocupações estão as pessoas que viajam para o exterior, em países com elevado registro de casos, e quem vive em região de fronteira, principalmente com a Bolívia. Em 2025, até o momento, foram confirmados 31 casos importados, quando a infecção ocorre fora do país.
HPV — Além disso, haverá resgate de não vacinados contra o HPV na faixa etária de 15 a 19 anos. O Brasil avançou na vacinação contra o HPV, atingindo 82% de cobertura em em 2024 considerando meninas de 9 a 14 anos – é quase sete vezes maior que a média global de 12% divulgada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos da mesma faixa etária, a cobertura chegou a 67%.
A vacina, que protege contra diversos tipos de câncer — como colo do útero, ânus, pênis, garganta e pescoço — além de verrugas genitais, apresentou avanço expressivo: entre meninas, a cobertura passou de 78,42% em 2022 para 82,83% em 2024; já entre os meninos, saltou de 45,46% para 67,26%, representando crescimento de 22% em apenas dois anos.
FEBRE AMARELA — Nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, o Ministério da Saúde recomenda a intensificação da vacinação contra a febre amarela, ofertando a atualização da situação vacinal de pessoas de 9 meses a 59 anos, conforme as diretrizes do PNI.
AVANÇO NA COBERTURA — Desde 2023, o Governo do Brasil tem promovido um esforço nacional de recuperação vacinal. Entre os principais progressos alcançados estão a elevação das coberturas de vacinas e a garantia do abastecimento de doses a estados e municípios.
Entre 2022 e 2024, o Brasil avançou na proteção de crianças menores de 2 anos. A vacinação contra a pólio cresceu 17% no período, enquanto a da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) aumentou quase 40%. A vacina Penta, que protege contra cinco doenças em uma só aplicação, também registrou crescimento expressivo, de 17%.
A cobertura vacinal contra o sarampo também aumentou: a aplicação da primeira dose da tríplice viral passou de 80,7% em 2022 para 95,7% em 2024. Já a segunda dose subiu de 57,6% em 2022 para 80,1% em 2024.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) autorizou, nesta quarta-feira (1º), o andamento do processo que pode levar ao fim da obrigatoriedade da autoescola para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
O próximo passo é a publicação de uma consulta pública, prevista para ser divulgada na quinta-feira (2) no “Diário Oficial da União”. Demais etapas incluem, por exemplo, discussões no Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
“É um longo processo”, disse uma fonte ouvida pelo g1.
Lula deu o aval durante reunião realizada nesta manhã no Palácio do Planalto com a participação do ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB).
“Qual o problema do Brasil? É que a gente tem uma quantidade muito grande de pessoas dirigindo sem carteira porque ficou impeditivo tirar uma carteira no Brasil. Entre R$ 3 mil e R$ 4 mil. O cidadão não aguenta pagar isso”, afirmou o ministro, em entrevista em julho.
Questionado sobre como funcionaria a formação para obter a CNH e sobre o risco de acidentes com a flexibilização da exigência, o ministro afirmou que os cursos continuarão disponíveis, ministrados por instrutores qualificados e supervisionados pela Senatran e pelos Detrans.
“Quando o custo de um documento é impeditivo, o que que acontece? A informalização. As pessoas dirigem sem carteira. E esse é o pior dos mundos porque o nível da qualificação. (…) Isso aumenta o risco para ela, aumenta o risco de acidentes”, complementou Renan filho.
Ao ser anunciada, a proposta provocou reações em diversos setores, incluindo integrantes do próprio governo.
Colega de Esplanada de Renan Filho, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), declarou que a proposta de eliminar a obrigatoriedade da autoescola para obtenção da habilitação “é do ministro Renan”, não do governo.
“Pode ser discutida no governo, mas aí todas as áreas envolvidas no tema trânsito serão chamadas a opinar. Dirigir exige muita responsabilidade”, disse a ministra, ainda em julho.
Em nota, também na mesma época, a Associação Nacional dos Detrans, disse que acompanhava atentamente as discussões sobre a possível mudança nas regras para obtenção da CNH.
Em tom de preocupação, os presidentes dos Departamentos Estaduais de Trânsito levantaram dúvidas quanto aos impactos da proposta na segurança viária.
Veja o que diz o presidente da Associação Nacional dos Detrans, Givaldo Vieira.
“Nosso principal foco nas tratativas é a valorização da educação para o trânsito. Em um país que ainda registra altos índices de condutores não habilitados, é fundamental que qualquer mudança preserve e reforce a qualidade da formação dos motoristas.
Além disso, é essencial que se busquem alternativas que tornem a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) mais acessível, considerando essa iniciativa como uma política social relevante, desde que não se comprometa a excelência no processo de aprendizagem.
Defendemos que a formação de condutores deve priorizar a segurança viária e contribuir efetivamente para a redução dos índices de sinistros e mortes no trânsito. A educação no trânsito salva vidas e deve ser tratada como prioridade absoluta em qualquer política pública relacionada à mobilidade.”
Consulta pública
O Ministério dos Transportes afirmou que a proposta em discussão prevê que o candidato possa escolher diferentes formas de se preparar para os exames teórico e prático, que continuarão obrigatórios como condição para a emissão da CNH.
“O objetivo é modernizar o sistema atual, garantindo mais liberdade e economia aos futuros motoristas, sem abrir mão das exigências de segurança viária”, afirmou.
Segundo a pasta, a minuta do projeto ficará disponível por 30 dias na plataforma Participa + Brasil. Durante esse período, qualquer cidadão poderá enviar sugestões e contribuições. Depois, seguirá para análise do Contran.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou a abertura do maior concurso público temporário do ano. Ao todo, são 9.580 vagas disponíveis, distribuídas em todas as regiões do Brasil, contemplando mais de 500 municípios.
As oportunidades exigem apenas ensino médio completo, com salários que podem chegar a R$ 4.379,00, além de benefícios como auxílio-alimentação, auxílio-transporte e auxílio pré-escolar.
O contrato inicial é válido por um ano, com possibilidade de renovação por até três, de acordo com a necessidade do órgão.
Vagas disponíveis
Agente de Pesquisas e Mapeamento: 8.480 vagas, com salário de R$ 2.676,24.
Supervisor de Coleta e Qualidade: 1.100 vagas, com salário de R$ 4.379,00.
As funções são voltadas para levantamentos estatísticos e geográficos que apoiam políticas públicas e estudos nacionais.
Por que vale a pena?
Além da estabilidade proporcionada pela duração dos contratos, o concurso oferece experiência em pesquisas de grande relevância, fortalecendo o currículo dos candidatos.
A atuação no IBGE pode abrir portas para concursos futuros e também para oportunidades no setor privado.
Histórico de seleções
O IBGE tem tradição em abrir processos seletivos que movimentam o mercado de trabalho.
Em 2023, foram 6,8 mil vagas, organizadas pelas bancas Selecon e IBFC.
Já em 2024, o órgão integrou o Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), oferecendo quase 900 oportunidades.
Agora, em 2025, o novo concurso temporário se consolida como o maior do país, reforçando a importância do IBGE na produção de informações essenciais para o planejamento e desenvolvimento do Brasil.
A governadora Raquel Lyra prestigiou, nesta segunda-feira (29), em Brasília, a cerimônia de posse do ministro Edson Fachin como novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Ao lado do novo vice-presidente da Corte, ministro Alexandre de Moraes, Fachin comandará o STF pelos próximos dois anos.
“A posse do ministro Edson Fachin como presidente do Supremo Tribunal Federal representa a reafirmação do compromisso com a instituição, a nossa Constituição e a democracia. Parabenizo o novo presidente, que com certeza fará um trabalho de fortalecer a Justiça brasileira, promovendo o equilíbrio entre os poderes”, destacou a governadora Raquel Lyra.
A solenidade reuniu autoridades dos três poderes, entre elas o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; o vice-presidente, Geraldo Alckmin; o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta; e o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre.