Bete Mendes: a atriz que enfrentou a ditadura, denunciou torturadores e foi silenciada por um país que prefere esquecer

Essa história me chegou por indicação de uma leitora querida, amiga daqui da minha cidade. E eu gosto quando uma história chega assim, quase como quem puxa pela manga e diz olha isso aqui com calma. Passei as últimas horas lendo, cruzando informações, voltando em arquivos, e a pergunta ficou martelando. Por que a gente não fala mais dela. Por que essa história não circula. Talvez porque ela seja desconfortável. Talvez porque ela seja forte demais para caber em legendas rasas. Talvez porque ela exponha feridas que o Brasil insiste em chamar de cicatriz. E por isso mesmo ela merece ser observada.

Bete Mendes nasceu em Santos, em 1949, e para muita gente sempre foi apenas atriz. Um rosto conhecido da televisão brasileira, presença constante em novelas, programas, entrevistas. Eu mesmo a via na TV quando era mais novo e jamais imaginei o que existia por trás daquela imagem familiar. E isso diz muito menos sobre ela e muito mais sobre o modo como o Brasil esconde suas histórias incômodas à vista de todos.

Enquanto construía sua carreira artística, Bete Mendes viveu a juventude em um país onde pensar em voz alta era arriscado. A ditadura militar não precisava estar presente o tempo todo com fuzis. Ela operava pelo medo, pela vigilância, pela certeza de que qualquer passo fora da linha tinha consequência. Artistas, estudantes, intelectuais e gente comum sabiam disso. E quem não sabia aprendia rápido.

A militância dela não se deu por grupos armados nem por ações espetaculares. Foi uma militância de integração com movimentos culturais, sociais e estudantis, espaços onde ainda se tentava respirar alguma forma de consciência coletiva. Só que, naquele Brasil, isso já bastava para virar alvo. Bastava para ter nome em relatório. Bastava para ser vigiada.

Em meados dos anos 1970, sob crescente pressão, Bete deixou o Brasil. No exterior, passou a falar. Deu entrevistas, participou de encontros, subiu em palcos e mesas para contar o que acontecia aqui dentro. Falava da repressão, da censura, do medo cotidiano, do funcionamento de um governo que se sustentava pela violência institucional. Não era discurso abstrato nem retórica ideológica. Era relato de quem vinha de dentro e sabia exatamente do que estava falando.

Quando decidiu voltar ao Brasil, o Estado já havia tomado nota. A resposta veio rápida. Bete Mendes foi presa e interrogada. Não foi uma detenção burocrática. Foram dias de isolamento, interrogatórios insistentes, pressão psicológica, ameaças diretas e indiretas. Aquele tipo de prisão que não precisa deixar marcas visíveis para reorganizar o medo por dentro de alguém. O recado era claro e dispensava explicação.

Algum tempo depois, veio a segunda prisão. E aqui não cabe suavização. Não foram horas, nem poucos dias perdidos no calendário. Foram cerca de trinta dias encarcerada pelo aparelho repressivo do Estado. Trinta dias sob vigilância constante, convivendo com o risco real da violência física e com a certeza da violência psicológica. Trinta dias em que o tempo não passa, ele pesa. Em uma prisão política, um dia já é suficiente para destruir alguém. Trinta dias são uma eternidade planejada.

Ninguém sai ileso de um sistema que transforma o medo em método de governo.

É a partir desse ponto que a história dela deixa de ser apenas pessoal e passa a dialogar diretamente com a engrenagem do regime. Porque quando Bete volta a circular fora do Brasil, já não é uma artista ingênua nem uma cidadã distraída. É alguém que conhece por dentro o funcionamento da repressão, que sabe como o Estado pune, como ameaça, como silencia.

Em 1977, durante uma viagem ao exterior, ela reconheceu um rosto que condensava tudo isso em uma só figura. Era Carlos Alberto Brilhante Ustra, então ocupando um posto oficial fora do país. O mesmo homem que havia comandado o DOI-CODI de São Paulo, um dos principais centros de repressão da ditadura. Um lugar onde a tortura não era excesso, era procedimento.

Bete o denunciou publicamente. Não como quem faz uma acusação abstrata, mas como quem aponta alguém diretamente ligado ao sistema que a havia prendido, ameaçado e silenciado. Ao retornar novamente ao Brasil, as consequências não precisaram vir em forma de nova prisão. Vieram de modo mais sofisticado. Boicotes silenciosos, contratos que evaporavam, convites que deixavam de existir, portas que se fechavam sem explicação. O controle já estava internalizado.

Com a abertura política e o início da redemocratização, Bete Mendes fez um movimento que poucos fizeram com tanta coerência. Em vez de se afastar da política, entrou nela. Foi uma das fundadoras do Partido dos Trabalhadores e se elegeu deputada federal por São Paulo no início dos anos 1980. Não foi uma transição confortável. Foi a tentativa de transformar experiência de dor em ação institucional.

No Congresso, atuou em pautas ligadas à cultura, aos direitos humanos e à reconstrução democrática. Mais tarde, após divergências internas, acabou deixando o partido e seguiu sua trajetória política em outras frentes, participando inclusive da Assembleia Constituinte que elaborou a Constituição de 1988. Também ocupou cargos na área cultural, tentando fortalecer políticas públicas em um país que sempre tratou cultura como adorno, nunca como base.

Já como deputada, Bete Mendes reencontrou novamente o passado que o Brasil insistia em empurrar para debaixo do tapete. Identificou Ustra ocupando um cargo diplomático e escreveu ao então presidente José Sarney, exigindo sua exoneração e o retorno ao Brasil para responder por seus crimes. Não era pedido de vingança. Era exigência de responsabilidade histórica. Era dizer que a democracia não poderia ser construída mantendo torturadores como representantes oficiais do país.

O Brasil escolheu outro caminho. Ustra nunca foi preso. Nunca respondeu criminalmente. Viveu livre até morrer em 2015. Antes disso, foi reconhecido pela Justiça, em ação civil, como torturador. Um reconhecimento tardio, simbólico, insuficiente. Mesmo assim, morreu sem cadeia, sem cela, sem o peso concreto do que fez.

Décadas depois, o ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, elogiou publicamente Ustra no plenário da Câmara. Chamou de herói um homem reconhecido judicialmente como torturador. O mesmo ex-presidente que hoje reclama do barulho do ar-condicionado na cela, tratando desconforto como tortura.

Aqui a história dispensa metáfora. Tortura não é incômodo. Tortura é método. Tortura é Estado. Tortura é retirar de alguém a condição de ser humano enquanto se diz que é pelo bem da ordem.

Hoje, Bete Mendes está viva, aos 75 anos, longe do centro da mídia, mas dentro de uma das histórias mais incômodas e necessárias do Brasil recente. Se esse país tivesse uma relação menos covarde com a própria memória, ela seria lembrada não apenas como atriz ou ex-deputada, mas como alguém que falou fora do país, voltou sabendo do risco, foi presa, ameaçada, silenciada e ainda assim insistiu em apontar nomes quando todo mundo pedia silêncio.

Essa história não é passado. É espelho. E ele continua refletindo exatamente o tipo de país que a gente escolhe ser quando decide o que lembrar e o que fingir que nunca aconteceu.

Com mais de 4 mil moradias, Aluízio Campos é o maior complexo do Minha Casa, Minha Vida no Nordeste

O Complexo Residencial Aluízio Campos, localizado em Campina Grande, Paraíba, é frequentemente citado como o maior conjunto habitacional do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) do Nordeste.

A estrutura conta com 3.012 casas e 1.088 apartamentos. Além de três creches, dois postos de saúde, duas escolas, duas academias de saúde e um centro de referência de assistência social. O complexo é como se fosse uma cidade dentro de Campina Grande.

Embora o título de “maior do Brasil” seja o projeto como Viver Melhor em Manaus, que tem 8.895 unidades, o Aluízio Campos em Campina Grande permanece como uma referência de grande escala na região Nordeste.

Fonte: Jeito Nordestino

AESET/FACISST lança edital de seleção simplificada para contratação de profissionais do curso de Medicina

A Autarquia Educacional de Serra Talhada (AESET) publicou o Edital de Seleção Pública Simplificada nº 002/2026 – AESET/FACISST, que estabelece a realização de processo seletivo para contratação temporária de profissionais destinados ao curso de bacharelado em Medicina. As contratações ocorrerão por excepcional interesse público, pelo período de um ano, podendo ser prorrogadas por igual período.

De acordo com o edital, as vagas estão distribuídas entre docentes de nível superior, técnicos administrativos e auxiliares de serviços gerais, com o objetivo de fortalecer o funcionamento acadêmico e administrativo do curso de Medicina da AESET, garantindo a continuidade e a qualidade das atividades de ensino, pesquisa e extensão.

O gestor da Autarquia, Damião Medeiros, destacou a importância do processo seletivo para o fortalecimento da instituição. “Esse edital reafirma o compromisso da AESET com a qualidade do ensino superior e com a consolidação do curso de Medicina em Serra Talhada. Estamos investindo em profissionais qualificados para assegurar uma formação cada vez mais sólida aos nossos estudantes”, afirmou.

O edital completo, com informações sobre requisitos, critérios de seleção, etapas do processo e prazos, está disponível nos canais oficiais da AESET. A instituição reforça que todo o processo seguirá os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

Fonte: Blog do Nill Junior

Quadrilha que criava falsos anúncios de venda de veículos em Pernambuco é presa no Ceará; 92 sites são retirados do ar

Uma operação policial deflagrada nesta quinta-feira (15) pela Polícia Civil de Pernambuco para desarticular um grupo suspeito de aplicar golpes pela internet resultou na prisão de cinco pessoas no Ceará. Segundo a corporação, os investigados criavam sites e páginas falsas de venda de veículos para enganar as vítimas (veja vídeo acima). Ao todo, 92 sites foram retirados do ar.

A ação, batizada de Operação Network, cumpre oito mandados de prisão e nove de busca e apreensão. Até a última atualização desta reportagem, cinco alvos haviam sido presos, todos na cidade de Fortaleza.

As investigações começaram em agosto de 2023, após denúncias de fraudes envolvendo anúncios falsos de veículos na cidade de Araripina, no Sertão do estado. De acordo com a Polícia Civil, a quadrilha utilizava identidades falsas para atrair compradores, receber valores e, em seguida, lavar o dinheiro para dificultar o rastreamento.

Segundo a delegada Camila Nogueira, titular da Delegacia de Araripina, foram identificados mais de 100 boletins de ocorrência contra a quadrilha em nove estados do Brasil.

“A operação, desde lá, conseguiu fazer o mapeamento da atuação desses criminosos e verificou mais de 100 boletins de ocorrência em nove estados da federação. É um grupo que tem boletins de ocorrência já agora, do ano de 2026, e está na ativa desde 2023, praticando esse tipo de golpe”, comentou.

A operação contou com atuação integrada de órgãos de segurança de Pernambuco e do Ceará, com suporte da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública e do Ciberlab do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Durante a operação, foram mobilizados 56 policiais civis. Além das prisões e buscas, a polícia informou que 92 páginas fraudulentas foram retiradas do ar e que sites usados pelo esquema foram desindexados de mecanismos de busca para impedir novas vítimas.

Ainda de acordo com a delegada Camila Nogueira, entre os cinco presos esta fase da operação estão membros de facções criminosas do Ceará e pessoas já detidas no sistema prisional.

“Algumas das pessoas presas nessa fase tinham vínculos com facção criminosa no estado do Ceará, inclusive pessoas já integrantes do sistema prisional. Foram cumpridas buscas também na penitenciária de Itaitinga”, disse a delegada.

Durante o cumprimento dos mandados de busca foram apreendidos:

  • 20 aparelhos celulares;
  • 23 chips com DDDs de diversos estados no Brasil;
  • um computador;
  • um notebook.

Os suspeitos poderão responder por estelionato eletrônico, falsa identidade, organização criminosa e lavagem de dinheiro. As penas somadas podem chegar a até 26 anos de prisão, além de multa.

O nome da operação faz referência à rede de páginas falsas utilizadas nos crimes e à atuação integrada das forças de segurança.

Fonte: g1/pe

Após ação da Secretaria da Mulher, sertaniense é resgatada de cárcere privado

A gerência de Cidadania e Enfrentamento da Violência, da Secretaria da Mulher de Sertânia, recebeu, na quinta-feira (08) uma denúncia sobre uma mulher, de 26 anos, natural de Sertânia, vivendo em cárcere privado no município de Petrolina.

A gerência foi acionada pelo CREAS de Sertânia, com a informação de que a vitima estava privada de liberdade e também proibida de manter contato com os seus familiares.

A equipe da Secretaria da Mulher de Sertânia iniciou as diligências e procedimentos cabíveis em parceria com a equipe da Secretaria da Mulher de Petrolina e integrantes das forças de segurança.

A mulher foi resgatada em segurança e conduzida – em parceria com a Secretaria da Mulher do Estado – de volta para a sua casa no município de Sertânia.

Em nota à imprensa, a Secretaria da Mulher da Prefeitura de Sertânia informou que “reforça o compromisso da gestão na luta pela garantia dos direitos das sertanienses e na luta pela vida”.

As denúncias de violência contra a mulher podem ser feitas através do Whatsapp (87) 9 8834-0305, ou de forma presencial na Secretaria da Mulher, localizada na Avenida Agamenon Magalhães, SN/ NEMIP em frente à igreja matriz Sagrado Coração, no Centro.

Fonte: Itapuama FM

EUA pausam processamento de vistos de imigrante do Brasil e mais 74 países

Foto: Pedro Franca/Agência Senado

Os Estados Unidos suspenderam por tempo indeterminado o processamento de “vistos de imigrante” para cidadãos de 75 países, incluindo o Brasil.

A medida abrange vistos de imigrante, como os de trabalho nos EUA. Ela não se aplica a vistos de não imigrante, como vistos de estudante e de turista, e, portanto, não se aplicaria a quem deseja viajar para a Copa do Mundo nos EUA, por exemplo.

A suspensão entrará em vigor em 21 de janeiro, segundo um funcionário do governo americano.

A pausa também se aplica a países como Colômbia, Egito, Haiti, Somália e Rússia. A Fox News foi a primeira a relatar o caso.

A suspensão ocorre após o Departamento de Estado ter ordenado, no ano passado, maior rigor na análise de vistos sob a cláusula de “encargo público” da lei de imigração.

O objetivo era identificar pessoas que o governo Trump considera um ônus para os recursos públicos — ou seja, podem gerar custos ao governo federal.

“O Departamento de Estado usará sua autoridade de longa data para considerar inelegíveis potenciais imigrantes que se tornariam um encargo público para os Estados Unidos e explorariam a generosidade do povo americano”, afirmou o porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott, em um comunicado nesta quarta-feira (14).

“O processamento de vistos de imigrante desses 75 países será suspenso enquanto o Departamento de Estado reavalia os procedimentos de imigração para impedir a entrada de estrangeiros que se beneficiariam de programas de assistência social e benefícios públicos”, disse ele.

Vários dos países afetados pela suspensão do processamento de vistos já estavam incluídos na lista ampliada de restrições de viagem do governo.

Fontes do governo brasileiro disseram ao âncora da CNN Brasil Gustavo Uribe que foram pegas de surpresa com a medida, e o governo Lula defende cautela e aguarda a formalização da decisão.

Uma fonte do governo americano afirmou à correspondente da CNN Brasil em Nova York, Priscila Yazbek, que não há detalhamento sobre a medida e o governo brasileiro não foi comunicado.

A decisão ocorre em meio à ampla repressão à imigração promovida por Trump desde que voltou à Presidência em janeiro do ano passado.

Fonte: CNN Brasil

Copa do Mundo: FIFA define local de treinos da Seleção Brasileira

A FIFA definiu, nesta quarta-feira (14), as bases de treinamento das seleções que vão disputar a Copa do Mundo. Atendendo ao pedido da CBF, o Brasil vai treinar no Centro de Treinamento Columbia Park, em Morristown e ficará hospedado no hotel The Ridge, em Basking Ridge, ambas as cidades no Estado de Nova Jersey, na costa leste americana.

Pertencente ao RB New York, o centro se destaca por suas instalações de última geração, áreas de treinamento modernas, academias de ginástica, vestiários e escritórios administrativos, com foco em design sustentável e acessibilidade, visando proporcionar um ambiente de alto nível para o treinamento de futebol de elite.

Atualmente estão sendo realizadas obras no local para ampliação das estruturas e modernização de instalações e equipamentos.

A escolha do hotel levou em conta, dentre vários aspectos, como privacidade, conforto e segurança, a distância para o local das atividades.

Integrantes do Departamento de Seleções da CBF visitaram vários locais nos últimos meses. Estiveram em hotéis e CTs de cidades como Orlando, Seattle, Portland, Dallas, Nashville, Boston, Kansas City, San Diego, Los Angeles e, por fim, de localidades em Nova York e Nova Jersey.

Dentre todas as opções, a comitiva brasileira elegeu o Columbia Park a melhor alternativa, como explica Rodrigo Caetano, coordenador geral de seleções masculinas da CBF: “Creio que fizemos a melhor escolha dentro das nossas avaliações. Desde quando asseguramos a classificação, tomamos todos os cuidados para encontrar um lugar que pudesse oferecer a estrutura necessária de treinamento, com privacidade, modernidade e conforto. Após o sorteio que definiu as chaves e os locais dos jogos, intensificamos nossa busca e encontramos no CT do RB New York o cenário perfeito que pudesse receber a Seleção.”

Cabe lembrar que, de todas as bases oferecidas pela FIFA, Columbia Park foi a que recebeu mais pedidos das seleções que disputarão a Copa, o que reforça a importância da escolha da CBF.

“Nosso objetivo é dar ao Carlo Ancelotti, à comissão técnica e aos atletas as melhores condições de trabalho, dentro dos nossos princípios e conceitos”, afirmou o dirigente.

No sorteio realizado pela FIFA no dia 5/12, em Washington, o Brasil ficou no Grupo C, com Marrocos, Escócia e Haiti. As partidas serão disputadas em Nova York/Nova Jersey (Brasil x Marrocos), Filadélfia (Brasil x Haiti) e Miami (Brasil x Escócia).

“Analisamos vários aspectos. O objetivo principal era buscar melhor qualidade de gramados, hotéis, facilidades de logísticas, a menor diferença possível de fuso e outros fatores que poderiam influenciar positivamente no desempenho da Seleção. Encontramos na região de Nova York/Nova Jersey as melhores condições em todos esses itens e isso pode fazer a diferença numa competição que é extremamente complicada diante da grandeza do evento”, destacou Cícero Souza, gerente geral de seleções masculinas da CBF.

O hotel The Ridge, em Basking Ridge (Nova Jersey), permitirá à Seleção Brasileira ter privacidade durante a Copa do Mundo. O hotel estará reservado inteiramente para a delegação brasileira e conta com toda a estrutura necessária para o melhor trabalho da comissão técnica.

A escolha privilegiou a funcionalidade e a segurança. O tempo de deslocamento até o estádio de Nova York, onde o Brasil fará a sua estreia, leva cerca de 30 minutos. Entre o hotel e o centro de treinamento é de 15 minutos.

Cliente esfaqueia gerente de loja de telefonia após se irritar com cobranças da operadora

Um homem de 64 anos foi preso em flagrante após tentar matar a facadas o gerente de uma loja da operadora Tim em Carpina, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. Conforme apuração da TV Globo, o homem disse à polícia que atacou o vítima porque estava irritado com as cobranças excessivas da empresa de telefonia.

A agressão aconteceu na manhã desta quarta-feira (14), no bairro de São José, e foi filmada por uma câmera de segurança (veja vídeo acima). O criminoso, identificado como Manuel Ferreira da Silva Santos, atingiu Carlos André Barbosa Figueiredo, de 46 anos, com um golpe de faca peixeira no tórax.

As imagens mostram Manuel Ferreira chegando ao local usando uma camisa alaranjada e um chapéu marrom. Ele joga uma pilha de papéis em cima da mesa onde Carlos André atendia outro cliente.

Após o cliente que estava sendo atendido devolver as contas, Manuel Ferreira dá a volta na mesa e atinge Carlos André no peito.

Segundo a Polícia Militar, após a agressão, o homem tentou fugir, mas foi contido por pessoas que estavam ao redor da loja até a chegada do efetivo policial. A arma usada no crime foi apreendida pelos agentes.

Histórico de problemas

Uma testemunha que trabalha próximo à loja e não quis se identificar contou ao g1 que essa não foi a primeira vez que Manuel Ferreira se envolveu em conflito no estabelecimento.

“Ele é cliente de lá, sendo que ele sempre arruma problema, já pegou até os seguranças da rua querendo bater. Já tem umas três vezes que ele vai lá desse jeito”, disse.

Ainda segundo a testemunha, o agressor queria fazer alguma mudança no plano de telefonia que usava.

“Ele estava querendo ajeitar alguma coisa no plano dele e o Carlos estava trocando a película de um cliente. Ele chegou e, sem ter motivo, esfaqueou Carlos. […] Talvez tenha alguma coisa da Tim que ele não tenha gostado, mas o pessoal daqui não tem nada a ver”, afirmou.

Ainda de acordo com a Polícia Militar, a vítima foi levada inicialmente para a Unidade Mista da cidade, sendo depois transferida para o Hospital Getúlio Vargas, no Recife, devido à gravidade da lesão. Segundo a unidade de saúde, o quadro é considerado estável.

O criminoso foi conduzido à Delegacia da 45ª Circunscrição, onde foi autuado em flagrante por tentativa de homicídio.

O g1 procurou a Tim para confirmar se Manuel Ferreira da Silva Santos tem débitos em aberto e está sendo cobrado, mas a empresa não respondeu. Em nota, a Tim disse apenas que “lamenta o ocorrido com seu parceiro de revenda” e que “o caso está sob responsabilidade das autoridades policiais competentes, com as quais atua em cooperação”.

Fonte: g1/pe

Policial militar que morreu em acidente com viatura no Recife entrou na PM há apenas cinco meses

A soldado Leidy Emily dos Santos Ferreira, de 28 anos, foi a policial militar que morreu em um acidente entre uma viatura da PM e um carro particular na madrugada da segunda-feira (12), no bairro de Afogados, Zona Oeste do Recife. De acordo com a Secretaria de Defesa Social (SDS), ela entrou na corporação há apenas cinco meses.

Natural de Triunfo, no Sertão de Pernambuco, Leidy Emily estava lotada, desde o dia 20 de outubro do ano passado, no 12º Batalhão, responsável pelo policiamento de bairros da Zona Oeste do Recife. O aconteceu nesta terça-feira (13), na cidade onde ela nasceu.

Em nota publicada nos stories do Instagram, a prefeitura de Triunfo lamentou a morte da policial e se solidarizou com familiares, amigos e colegas de farda.

“Que a sua força e determinação sejam inspiração para outras(os) jovens em busca dos seus sonhos”, diz um trecho do comunicado.

Entenda o acidente

  • Uma viatura da Polícia Militar, com dois soldados dentro do veículo, colidiu com um carro, tombou e bateu em um poste em um cruzamento no Recife.
  • A colisão ocorreu às 2h43 da segunda-feira (12), no cruzamento das ruas São Miguel e Quitério Inácio de Melo, no bairro de Afogados, na Zona Oeste do Recife.
  • Uma câmera de segurança registrou o momento do acidente. As imagens mostram que o semáforo estava fechado para a Rua São Miguel e que nenhum dos veículos reduziu a velocidade antes do cruzamento.
  • A soldado Leidy Emily dos Santos Ferreira estava no banco do passageiro da viatura e morreu no local.
  • O soldado Renan Lucas de Lima Farias, que dirigia a viatura, sofreu traumatismo craniano e fraturas nos braços e nas pernas, e foi socorrido.
  • Segundo a PM, os dois policiais estavam em serviço e seguiam para uma ocorrência no bairro da Caxangá, na Zona Oeste.
  • Os policiais ficaram presos às ferragens e foram retirados pelo Corpo de Bombeiros.
  • Renan Lucas foi levado para o Hospital da Restauração, no bairro do Derby. Segundo a PM, ele passou por procedimento cirúrgico e está estável.
  • O motorista do carro envolvido teve ferimentos leves, recusou atendimento hospitalar e o veículo dele teve danos na parte dianteira, segundo o Samu e o Corpo de Bombeiros.

Fonte: g1/pe

Prefeito de Tabira anuncia mudanças na equipe da Saúde

O prefeito de Tabira, Flávio Marques, anunciou nesta segunda-feira (12), por meio de suas redes sociais, mudanças na composição da equipe da área da Saúde do município. Segundo o gestor, as alterações têm como objetivo reforçar o compromisso da administração com o cuidado da população e a melhoria contínua dos serviços públicos de saúde.

Conforme o comunicado, a enfermeira Giseli Louredo assume o cargo de secretária municipal de Saúde. A Direção Geral do Hospital Municipal passa a ser ocupada por Rosimere Morais, também enfermeira. Já o cargo de direção médica ficará sob responsabilidade de Luiz José da Silva Neto.

Na Atenção Básica, a coordenação será exercida por Quitéria Carvalho, enfermeira. A Divisão de Gestão, Planejamento e Educação em Saúde será conduzida por Mariana Lima, igualmente enfermeira. A Chefia do Tratamento Fora do Domicílio (TFD) passa a ser ocupada por Jaciara Amaral, assistente social, enquanto a Chefia do Ambulatório Médico de Especialidades (AME) ficará a cargo de Bernadete Carvalho, enfermeira.

Na publicação, o prefeito agradeceu aos gestores que deixam as funções, com destaque para a ex-secretária de Saúde Maria José, conhecida como Zeza, pelo trabalho desenvolvido, e deu boas-vindas às novas integrantes da equipe. Flávio Marques desejou sucesso e responsabilidade às profissionais que assumem os novos cargos na missão de cuidar da saúde da população tabirense.