
A ex-ginasta Lais Souza publicou em suas redes sociais um esclarecimento sobre a polilaminina, substância estudada para tratamento de lesões medulares. Na mensagem, ela reforça que o produto não está sendo comercializado e alertou seguidores sobre tentativas de golpe envolvendo o nome da pesquisa.
Na publicação, também foi destacado que a cientista Tatiana Sampaio, responsável pelos estudos, não possui perfil em redes sociais, e que qualquer contato em nome dela deve ser considerado não oficial. A orientação é que pacientes e familiares busquem apenas os canais institucionais para obter informações seguras.
Segundo as informações compartilhadas, a aplicação da polilaminina é destinada a pacientes com lesão medular completa, preferencialmente nas primeiras 72 horas após o trauma. O uso compassivo pode ser autorizado para casos com até 90 dias de lesão, mediante prescrição e relatório médico. Lesões crônicas ainda não se enquadram nos critérios atuais.
